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SPORE

04/09/2008

A premissa do novo jogo de Will Wright é deliciosamente simples: brincar de evolução. Embora a liberdade de criação e gestão das criaturas seja limitada – e não poderia ser diferente, dado que é um jogo com memória e capacidade de processamento finitas – as possibilidades são espantosas. Você pode comandar seu personagem desde o nescimento (numa poça muito semelhante ao caldo biológico do qual acredita-se ter a vida nascido) até a conquista do universo. 

Como sou fã de narrativas o que primeiro me impressionou no game foi a possibilidade de variação na natureza do personagem. Geralmente o drama nos games associa-se a uma única figura, que evolui durante a aventura, de modo que permanecemos ligados a ela numa relação particular de transferência. Boa parte do sucesso dos RPGs baseia-se neste modelo de representação. Mas em Spore você começa como um único indivíduo e depois torna-se uma espécie, depois uma civilização. A sua perspectiva do jogo acompanha uma escala evolutiva. A lógica, portanto, é a da interação com o ambiente. O mesmo princípio adotado, por exemplo, na série Sim City. Em outras palavras, o game simula um sistema complexo e adaptativo, no qual suas ações provocam feedback do ambiente virtual no qual elas estão inseridas. 

Claro, comprei a versão especial (Galática) e o jogo chega segunda-feira. Depois de jogar digo como foi.

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From → Ciência, Games

One Comment
  1. já estou procurando o meu

    obs: gostei do novo visual do blog. mas o fundo branco é mais agradável para ler.

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